O que estou lendo

Quinta-feira, 30 Abril 2009.

Gente, há algum tempo estou lendo “O Vendedor de Senhos – O Chamado”, do Augusto Cury. Que livro fantástico!

Também já tive a oportunidade de ler “O Futuro da Humanidade”, do mesmo autor.  Após ler esse livro você nunca mais irá olhar para as pessoas, ou mesmo para um mendigo,  com os mesmos olhos.

Qualquer livro do Augusto Cury é, no mínimo, um convite à reflexão. Experimentem e sei que não se arrependerão!


Donos da Verdade

Quinta-feira, 30 Abril 2009.

Cada indivíduo possui um universo único em sua psique, um mundo repleto de episódios que marcaram determinada fase de sua vida. Muitas vezes, alguns desses fatos marcantes ficam guardados, escondidos no recôndito da memória.

A soma das experiências e desses fatos determinam, quase sempre, nossa maneira de pensar e de agir, nossa personalidade. Assim, indubitavelmente, somos todos seres humanos únicos.

Impressiono-me quando me deparo com certos tipos de pessoas que já conheci, os quais rotulo como “Donos da Verdade”. Um “Dono da Verdade” é alguém que adora julgar a todos, sem base alguma, e que sempre toma suas conclusões como verdadeiras. Costumo dizer que essas pessoas são especialistas em construir muralhas com tijolos de isopor. Muralha no sentido de que, a partir do primeiro julgamento ou conclusão, por meio de ilações, haveria uma sobreposição idéias.

O convívio com esse tipo de pessoa é doloroso, repleto de calúnias e/ou difamações. Um(a) “Dono(a) da Verdade” tem olhos atentos para enxergar e descobrir os defeitos ou falhas dos outros, menos para os seus próprios defeitos e falhas. “Cegos, enxergais um argueiro no olho do próximo, mas não vedes a trave no vosso”.

Como é do conhecimento de todos, “o tempo é o senhor da razão” e com o tempo a verdade se revela e vem à tona para que todos a vislumbre. Porém, quando esse tempo chegar, talvez seja tarde demais para se desculpar.