Terça-feira, 9 Outubro 2007.
um sonho está prestes a acontecer
E já nem mais consigo prender
O sorriso no rosto estampado
Pensamento incessante no que foi combinado.
É tão perfeito que nem parece verdade
Mesmo pra descrever tenho dificuldade
Olhar em teus olhos me traz uma paz
Como se nada fora você me importasse mais
A tua voz faz meu peito apertar
Basta eu te ouvir pra o coração disparar
Fico meio sem jeito, atordoado
E a timidez me deixa calado.
Será que hoje é o tão esperado dia?
O dia desse sonho acontecer?
Já não aguento mais esperar
Não vejo a hora de te ver.
Deus nos abençoe!
Ricardo M. Valença – 04/11/2006
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Poesias | Etiquetado: dia do sonho realizado |
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Escrito por ri81
Terça-feira, 9 Outubro 2007.
Sinto uma dor em meu peito
Algo que me deixa pensativo
Sinto saudade de você
Saudade de te ver.
Falando assim até parece
Que faz tempo que te vi
ontem conversamos
Mas parece que foi há anos.
Eita vontade de te olhar
E novamente ouvir tua voz
Vontade de te abraçar
Conversar sobre nós.
O coração é um mar de incertezas
E o futuro se transforma toda hora
Porque não dizer que o futuro é agora?
Carpe Diem!
Ricardo M. Valença – 23/11/2006
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Poesias | Etiquetado: carpe diem |
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Escrito por ri81
Terça-feira, 9 Outubro 2007.
Saímos juntos e foi tão bom
Foi tão legal estar ao teu lado
Olhar direto em teus olhos
Sentir o feitiço do teu perfume
Ver teu sorriso brotar simples e belo
Tudo tão perfeito e singelo
Apesar do meu mal estar físico.
Adorei as conversas no “pé-de-ouvido”
Adorei a tua companhia
Sensação boa de segurança
Como se nada pudesse atrapalhar…
Ah! Como foi bom!
A festa pra mim não significou nada
Você sim, era a razão de tudo.
Senti uma vontade louca de te abraçar e beijar
bastava eu te olhar pro coração disparar
Mudo eu estava e assim permaneci
Admirando-te com o olhar
Adorando ao teu lado estar.
Assim tudo seguiu comigo
Foi duro fingir ser apenas um amigo.
Quero muito que tudo se repita
Porém, com uma diferença
Que o beijo a timidez vença.
Ricardo M. Valença – 27/11/2006
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Poesias | Etiquetado: a grande luta |
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Terça-feira, 9 Outubro 2007.
Sou o que desejares ver em mim
Trago no olhar um brilho diferente
Ora simples, pacífico e compreensivo
Ora ardente, penetrante e incisivo.
Na mente trago pensamentos positivos
projetos, planos para o futuro
Com o tempo as decepções curo.
Trago no coração uma carga pesada
Um misto de alegria sem medida
E a dor de uma aberta ferida.
Minha fisionomia é serena
Transmite inocência e inofensividade.
Entretanto, também pode se revestir
Da mais desconcertante seriedade
Quando se faz necessário.
Sou o que desejares ver em mim
E em mim só enxergarás
Aquilo que predomina em você.
Ricardo M. Valença – 19/03/2007
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Poesias | Etiquetado: meu espelho |
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Escrito por ri81
Terça-feira, 9 Outubro 2007.
Como pode um ser chamado humano
Ser tão vão e desumano?
Como pode ser tão fútil, irracional e mundano?
Humanidade desumana, escória insana
Que até mesmo seus semelhantes
Humilha, castiga, rouba, mata e engana?
É triste a situação e grande a desilusão
Se nem de si mesmo tem dó
Que mais pode haver de pior??
Que mais triste pode-se dizer que existe?
O que faz-me triste é que a solução pra tudo isso
É simples, inodoro e indolor:
Chama-se amor!
Ricardo M. Valença – 22/06/2007
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Poesias | Etiquetado: humanidade desumana |
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Escrito por ri81
Terça-feira, 9 Outubro 2007.
As histórias se repetem o tempo todo
Já não suporto mais ser mal interpretado
Parece que não se importam quais sejam minhas intenções
Todos apontam o dedo e culpam tão rápido
E nem lhes ocorre na mente
Por um segundo sequer
Que seu raciocínio pode estar errado.
Cansei.
Cansei de perguntar “o que foi que eu fiz?”
Mas a resposta Deus não me diz.
Vai ver, hoje em dia,
O certo é estar errado
E o errado é estar certo
Talvez este seja o caminho mais perto
Para “agradar” os desagradáveis.
Apontam o dedo e falam com brilhantismo
Dos erros e defeitos dos outros
Detalhe por detalhe
São peritos e analisam com minúcia.
Regozijam-se de suas inteligências
Pois à tudo atribuem respostas
Incorretas com céleres raciocínios
Advindos de suas grandiosas mentes.
“Quanto maior é a altura maior será o tombo”
Cansei de ver e de ser julgado pela aparência
Acho isso uma grande indecência
Por que julgamos o próximo pelos atributos externos
Se o que trazemos de mais valioso
Seguramente reside dentro de nós?
Resta-nos, isto dito, iniciarmos auto-análise
Para tomarmos conhecimento das nossas atitudes
E, principalmente, mensurarmos as conseqüências
De nossos olhares, gestos e palavras.
“Como?”, simples:
Olhe ao seu redor.
Ricardo M. Valença – 25/07/2007
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Poesias | Etiquetado: julgamento superficial |
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Terça-feira, 9 Outubro 2007.
Não sei se o que fiz foi certo
Ou se foi errado
Só sei que abri a boca
E falei tudo o que tava engasgado
Tudo que me deixou magoado
E tal qual descarga elétrica
Falei toda a verdade
Das coisas que não gostei, da ética
Transperência e sinceridade
Cansei de ouvir e calar
Fingir de desentendido
Agora vai ser diferente
Bem diferente
Ricardo M. Valença – 06/09/2007
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Poesias | Etiquetado: bem diferente |
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Escrito por ri81
Terça-feira, 9 Outubro 2007.
Do nada
Num momento corriqueiro e inesperado
Por segundos os olhares se cruzaram
E eu logo fiquei apaixonado.
Era uma moça bonita
De olhar simples e penetrante
Cujos olhos azuis por um instante
Fez tudo ao redor parar.
Foi seu sorriso meigo e singelo
Em seu rosto alvo e belo
Que me fez ficar sem ar.
O coração bateu acelerado
Como se já tivesse sido avisado
Que essa moça eu iria encontrar.
Será que meu coração
Tão cansado de sofrer
Ainda sabe o que é amar??
Ricardo M. Valença – 18/09/2007
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Poesias | Etiquetado: mágica no olhar |
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Escrito por ri81